🐾 Apoio – NISAPETS (Nisa)
O NISAPETS é a voz dos animais abandonados em Nisa. Capturam, esterilizam, devolvem e encontram lares. Conhece o seu trabalho e ajuda a dar uma segunda chance a quem não tem voz.
Distrito de Portalegre
O Lobo percorre as terras de Portalegre — onde a planície encontra a serra, a fronteira com Espanha se desenha no horizonte e a tradição se guarda nas muralhas dos castelos, nas talhas de barro e nos tapetes de Arraiolos.
Ir para:
Alter do Chão é a terra onde a pedra se ergue em castelo e os cavalos se criam em liberdade. O Lobo senta-se num muro de pedra junto à imponente muralha, olha a vila que desce a encosta e sente o cheiro a pão, a azeite e a terra seca do Alentejo. O Castelo de Alter do Chão, com a sua torre de menagem a dominar a paisagem, é o testemunho de um passado de defesa e de resistência — as muralhas que outrora protegeram a vila são hoje o miradouro de quem quer ver a planície até onde a vista alcança.
Mas Alter do Chão é, acima de tudo, a terra dos cavalos Alter-Real. A Coudelaria de Alter, fundada em 1748 por D. João V, é a mais antiga coudelaria real do mundo e a única que se mantém ativa. Os cavalos de pelagem tordilha ou preta, de porte nobre e olhar sereno, são o orgulho de uma tradição que atravessou séculos — a criação equestre que serviu a corte, a guerra e o campo. A raça Alter-Real, que ganhou o nome da vila, é o símbolo de uma terra que soube criar a excelência com paciência e com saber.
As gentes que ali vivem — os cavaleiros com trajes de montaria, as mulheres com cestos de pão, as crianças que brincam junto ao castelo — são o rosto de uma comunidade que mantém viva a tradição. O pelourinho na praça, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Graça, as ruas brancas e caladas, o cheiro a alecrim e a tomilho que vem dos campos — tudo isso é Alter do Chão. E o Lobo, esse, fica junto ao muro, a olhar a planície e a sentir o cheiro a cavalo e a terra — guardião de uma terra que se fez com pedra, com cavalos e com memória.
Explorar Alter do Chão
Descobre as tradições, os sabores e as histórias deste concelho.
Arronches é a terra onde o castelo se ergue sobre a vila e a planície se estende até onde a vista alcança. O Lobo senta-se num dos muros do Castelo de Arronches, olha as casas brancas com telhados laranja que descem a encosta e sente o cheiro a pão, a queijo e a terra seca do Alentejo. A torre de menagem, que domina a paisagem, é o testemunho de um passado de defesa e de resistência — as muralhas que outrora protegeram a vila são hoje o miradouro de quem quer ver o montado de sobro e azinho a perder-se no horizonte.
Mas Arronches é também terra de pastoreio e de gado. As ovelhas da raça merina, de lã branca e tosquiada, pastam nos campos que rodeiam a vila, e os cães pastores, de orelhas caídas e pelagem escura, são os guardiões do rebanho. A tradição pastoril, que atravessou gerações, ainda se mantém viva nas gentes que conhecem cada ovelha pelo nome e cada caminho do montado. O pelourinho na praça, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção, as ruas caladas e brancas, o cheiro a alecrim e tomilho que vem dos campos — tudo isso é Arronches.
As gentes que ali vivem — as mulheres com cestos de pão e queijo, os homens que transportam ferramentas agrícolas, as crianças que brincam junto ao castelo — são o rosto de uma comunidade que mantém viva a tradição. E o Lobo, esse, fica no muro do castelo, a olhar a planície e a sentir o cheiro a ovelha e a terra — guardião de uma terra que se fez com pedra, com pastoreio e com memória.
Explorar Arronches
Descobre as tradições, os sabores e as histórias deste concelho.
Avis é a terra onde o mosteiro se ergue em silêncio e a barragem do Maranhão reflete o céu alentejano. O Lobo senta-se num dos arcos do Mosteiro de São Bento de Avis, olha a vila que se espalha pela encosta e sente o cheiro a terra molhada e a água do rio. O mosteiro, fundado no século XIII pela Ordem de Avis, guarda a memória de freires guerreiros que souberam defender a terra e a fé — e que ainda hoje se impõem na paisagem como um testemunho de pedra e de tempo.
Mas Avis é também a barragem do Maranhão, que represa as águas do rio Raia e cria um espelho de água que se estende até onde a vista alcança. A albufeira, que se forma ao longo de vários quilómetros, é o cenário de uma vida que se fez entre a terra e a água — a pesca, o lazer, a contemplação. As gentes que ali vivem, os pescadores que lançam as redes, as famílias que passeiam nas margens, são o rosto de uma comunidade que aprendeu a viver com a água e com a terra.
As casas brancas com telhados laranja, as ruas caladas, o pelourinho na praça, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, o cheiro a alecrim e a poejo que vem dos campos — tudo isso é Avis. E o Lobo, esse, fica no arco do mosteiro, a olhar a barragem e a sentir o cheiro a água e a terra — guardião de uma terra que se fez com freires, com barragem e com memória.
Explorar Avis
Descobre as tradições, os sabores e as histórias deste concelho.
Sem comentários:
Enviar um comentário