Broa Castelar de Lisboa
Uma broa doce de batata‑doce, amêndoa e laranja, macia e aromática. Tradição lisboeta que sai directamente dos rolos de massa moldada à colher, como pequenos pastéis de bacalhau, mas doces.
Levas os açúcares e a água ao lume, deixando ferver 10 minutos até atingir o ponto de pérola (a calda, ao cair da colher, forma um fio e uma bolinha na ponta).
Juntas o puré de batata doce, a amêndoa moída, as farinhas (70 g de trigo e 125 g de milho), a canela e a raspa de laranja. Mexes bem em lume brando durante uns 3 minutos.
Baixas o lume para o mínimo e deitas as gemas ligeiramente batidas, em fio, mexendo sempre para não talharem. Continuas a mexer durante 4 minutos até a massa engrossar.
Retiras do lume e deixas arrefecer completamente – o ideal é fazer a massa no dia anterior.
Quando a massa estiver fria, juntas 2 colheres de sopa de farinha de milho e envolves bem.
Pré‑aqueces o forno a 180°C. Forras tabuleiros com papel vegetal.
Com duas colheres de sobremesa, moldas pequenas broinhas (como se fossem pastéis de bacalhau) e colocas nos tabuleiros.
Pincelas cada broa com gema de ovo batida e levas ao forno até ficarem douradinhas por cima (cerca de 12‑15 minutos).
Retiras e deixas arrefecer sobre uma rede. Servem‑se à temperatura ambiente.
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